Feliz 2011!!


Mais um ciclo se encerra, dando tempo e espaço para o novo e deixando o aprendizado para o que está por vir.

A informação, como sementes levadas por pássaros, voam alto, se espalham e germinam novas ideias, deixando o mundo mais verde.

O Eco Trends & Tips se orgulha de fazer parte dessa transformação e ter como parceiros de jornada vocês: seguidores, leitores e amigos.

Em 2011 continue vestindo esta camiseta e salvando o planeta! ;-)

C&A anuncia parceria com a estilista Stella McCartney

A C&A confirmou na tarde de sexta-feira (17) a primeira parceria com uma estilista internacional. A linha assinada por Stella McCartney chega às lojas em março de 2011 em uma mini-coleção desenvolvida especialmente para o shape das mulheres brasileiras.

Preocupada com a questão da sustentabilidade, Stella trabalhou com tecidos 100% naturais para confeccionar as roupas que serão indicadas com tags personalizadas e expostas em cabides feitos de materiais reciclados. Aqueles que não sabem, a inglesa filha de Paul McCartney é vegetariana e se recusa a usar couros ou pele em suas criações.

A estilista escalou a modelo húngara Barbara Palvin para estrelar a campanha que acabou de ser fotografada em Londres.

Fonte: Terra

Acqua Viva: designers espanhóis reaproveitam água em decoração de ambiente

domingo, 19 de dezembro de 2010 23:38 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários

Todo mundo sabe que a água é um recurso natural esgotável e que, se não economizarmos, ela um dia vai acabar. No entanto, as invenções criadas para captar e armazenar os litros e litros que caem durante a chuva, em geral, influenciam na decoração, já que seus criadores não costumam pensar na estética, mas sim na eficiência. 

Os designers da 4-ID, de Barcelona, na Espanha, alcançaram esse diferencial no projeto Acqua Viva. O produto é quase uma escultura e pode ser pendurado na varanda ou no jardim. Composto por peças com formatos que favorecem o caminho da água até o local de armazenagem, é feito de terracota. Por enquanto, o objeto é apenas um conceito.

Sheila Odessey: sacolas plásticas se tornam bolsas

22:19 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários


Desde 2009, a designer têxtil Sheila Odessey cria acessórios a partir da reciclagem do plástico. Depois de saber que a reciclagem custa mais caro que a fabricação de novas peças e que existem poucos incentivos para a reutilização, a norte-americana decidiu lançar sua própria linha de bolsas e handbags ecológicas. Porém, de uma forma diferente das práticas comuns.

Odessey passou a recolher sacolas plásticas e outras sobras desse material. O processo consiste em transformar o plástico em tiras, tratá-las e depois tecê-las. Ou seja, as sacolas são transformadas em fio, matéria-prima para construção de bolsas, em diversos modelos e cores. O projeto de transformar lixo em produto têxtil de moda foi levado tão a sério que um dos modelos leva a seguinte frase estampada: "esta sacola não é brinquedo".

Fonte: FashionMag

Projeto LENY: talento de fashionistas famosos com vendas revertidas em benefício de projetos ecológicos



Que a sustentabilidade tem sido um bom mote para grifes do universo do luxo venderem mais e agregarem valor às suas marcas atrelando o espírito delas a um lifestyle ecologicamente correto, todo mundo sabe. Vários hotéis (com direito à associação americana Green Hotels), restaurantes e até discotecas (como a novaiorquina Greenhouse) já descobriram o poder do “verde” e têm explorado esse elemento como um diferencial. Grifes de joias como Chopard e Boucheron têm lançado linhas de alta joalheria em que parte da renda é revertida para instituições como a WWF e a One Drop. Arquitetos, designers e estilistas também já perceberam o valor de se defender uma responsabilidade social e ambiental e cada vez mais produtos desenvolvidos com essa preocupação se espalham pelo mercado do luxo.

Um dos exemplos mais marcantes nessa seara é o projeto LENY (Limited Edition New York), nascido em 2007 graças à visão da colombiana, mas francesa de coração, Mariel Gamboa, que resolveu mobilizar a indústria da moda para fazer parte de um projeto dedicado a boas causas.

A ideia foi inovadora: reunir um time de celebridades, ícones da moda e designers que doam sua criação para apoiar o projeto Climate, pertencente ao ex-vice-presidente americano Al Gore, cujo trabalho busca conscientizar a população em relação aos efeitos do aquecimento global. Mariel conversa pessoalmente com cerca de 12 personalidades e pede que contribuam doando seu talento.

Em geral, cerca de 10% das vendas dos produtos da LENY são revertidas para o projeto, mas algumas edições são especiais chegando a 100% de aproveitamento das vendas. Elas são feitas por fashionistas de alto escalão, como a atriz Gwyneth Paltrow, a estilista Diane von Furstenberg, a editora Carine Roitfeld e as modelos Kate Moss, Isabelli Fontana e Christy Turlington. Todas as peças são feitas em edição limitada de 500 exemplares. As peças – em sua maioria camisetas – são feitas em algodão orgânico, e custam cerca de US$200 cada. “Consciência promove escolha e escolha traz a oportunidade de mudar. Em tempos como hoje, em que o futuro do nosso planeta exige não só questionamentos, mas a urgência de uma reação, devemos agir rapidamente e juntos”, diz Mariel Gamboa, fundadora e diretora da LENY.

Com o slogan “Desenhe por uma causa e salve o planeta”, a marca LENY tem tanta força no mercado que já em seu ano de estreia, em 2007, chegou a participar da semana de moda de Nova York, a Mercedes Benz Fashion Week, e se destacou entre os mais de 200 desfiles e eventos promovidos pelas marcas participantes. Cerca de oito mil camisetas são vendidas por ano e, atualmente, bolsas e batons também fazem parte do portfolio da grife. Seus produtos podem ser encontrados em boutiques como a Intermix, a Colette e a Galeries Lafayette. Os produtos também podem ser adquiridos online, no site do projeto www.leny-icons.com.


Fonte: FAAP

Ronaldo Fraga homenageia o “Velho Chico” em exposição itinerante


O estilista Ronaldo Fraga homenageia o “Velho Chico” em exposição itinerante que resgata a cultura e a alma ribeirinhas por meio de tecidos, música e poesia. Até 19/12 em Belo Horizonte. Em 2011, a mostra passará por várias cidades, entre elas São Paulo, Rio, Recife e Salvador.

“Eu conheci o Velho Chico pelas histórias que o meu pai contava. Eram as lendas assustadoras do Rio São Francisco. Eu cresci muito apaixonado por aquele universo”, recorda carinhosamente Ronaldo Fraga, que conheceu o rio, de fato, em 2008, para sentir a sua essência e transpô-la na passarela.

O estilista mineiro surpreendeu o mundo da moda - estética e politicamente - com um desfile dedicado às belas minúcias do São Francisco, no mesmo ano, na São Paulo Fashion Week. “Apresentei a coleção em São Paulo, em Santiago do Chile, no México, no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio, mas depois que tudo passou continuava pensando e falando dele. Todas às vezes que eu tinha uma oportunidade, mesmo com a coleção pronta, eu voltava ao rio. E achava que devia fazer outra coisa sobre ele, mas não outro desfile, queria usar outro suporte”, destaca. E foi daí que surgiu a ideia de produzir uma exposição sobre o Velho Chico, e que profetizou a mensagem que ouvia dos ribeirinhos de diversas cidades banhadas pelo rio: “Uma vez que se bebe da água do São Francisco, o rio nunca mais sairá de você, e você voltará para sempre”.

O resultado desse envolvimento afetivo com o rio resultou na mostra itinerante Rio São Francisco navegado por Ronaldo Fraga: cultura popular, história, moda. A exposição, em cartaz em Belo Horizonte até dezembro, em 2011, passará por mais 16 cidades, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Maceió, Pirapora, Januária e várias cidades ribeirinhas. Ao final da itinerância, o trabalho ganhará publicação.

O visitante navega “pelas águas” da exposição como se estivesse num convés do Vapor Benjamim Guimarães, construído em 1913 e tombado como patrimônio, e dali observa, em dez ambientes, as diversas faces do Velho Chico em vídeos, roupas, e instalações interativas. Da nascente à foz, a mostra passa pelas lendas, religiosidade, cheiros, sabores, cantos e costumes das cidades ribeirinhas. Ao longo do percurso, fãs do trabalho de Ronaldo são levados a viver a experiência única do rio, com a mistura promíscua de comida, gente e bichos dos mercados populares; a multicliplicidade das culturas, que se diferem a cada fase do rio; e os pontos de bordado e rendas característicos deste universo, que o estilista absorve em suas roupas. “O São Francisco é o rio que mais desperta o afeto dos brasileiros e que, mais do que água, mais do que peixe, é cultura, é gastronomia, é historia, é oficio, é bordado, é musica”, defende o estilista mineiro.
Como nos desfiles de Ronaldo Fraga, a exposição também é “costurada” pela música. O trecho do poema “Águas e marcas do Rio São Francisco”*, da obra “Discurso de Primavera e Algumas Sombras”, de Carlos Drummond de Andrade, é declamado por Maria Bethânia em meio à interpretações de canções que falam sobre o rio. “Esse poema do Drummond, embora tenha sido escrito em 1977, dá a impressão que foi feito hoje pela manhã. Nele o escritor fala das mazelas do rio que está por um fio, por uma gota, literalmente. Cadê os caboclos d’água, cadê cachorrinha d’água, cadê Iara? Eles é que deviam proteger o Velho Chico. Isso era exatamente o que meu pai contava: as lendas assustadoras que o protegiam. Quando eu chego e deparo com a mistura do São Francisco do meu pai, que não existe mais, com o rio dos meus dias, que padece sob muitos aspectos, me pergunto: o rio dos meus filhos, que cara vai ter? Tanto que na exposição eu tiro a água, onde estão as roupas, e coloco toneladas de sal grosso, que simbolizam o processo de salinização da foz do rio. Quando se fala que o São Francisco está doente, o que está em risco não é só o rio, mas toda cultura ribeirinha”, desabafa Ronaldo.

Rio São Francisco Navegado por Ronaldo Fraga
Em cartaz, na capital mineira, até o dia 19 de dezembro, na Galeria Alberto da Veiga Guignard - Palácio das Artes.
Terça a sábado, das 9h30 às 21h; Domingos, das 16h às 21h
Entrada gratuita


Carlos Miele e Rainforest Foundation-US: "Permita que seja e será"

domingo, 12 de dezembro de 2010 01:06 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários

A parceria do estilista brasileiro Carlos Miele com a Rainforest Foundation-US (criada pelo cantor Sting em 1989 pra lutar pela conservação das florestas tropicais e da cultura de povos indígenas) já dura 5 anos e, ao longo deles, contou com colaboradores como Scarlett Johansson, Camilla Belle, Michael Roberts, Alice Braga, Carol Trentini e Bebel Gilberto.

Agora é a vez do cantor Seu Jorge. Ele assina a nova camiseta da campanha com uma foto de sua autoria: o registro de uma bromélia que nasceu em um cabo de aço. Segundo o cantor, essa imagem “significa a força da natureza, que pode se manifestar em lugares que nunca imaginamos”. Inspirado nisso, as camisetas levam a frase “Permita que seja e será“.

As atrizes Débora Bloch e Paola Oliveira, que também são embaixadoras da campanha no Brasil, vestiram (literalmente) a camiseta e fizeram um editorial fotográfico para divulgação da peça.

Gisele & the Green Team: übermodel vira super-heroína para salvar o planeta

sábado, 11 de dezembro de 2010 23:39 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários


Embaixadora da boa-vontade das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a übermodel Gisele Bündchen está cada vez mais engajada em proteger o Planeta.

Para conscientizar o público eco-fashionista teen ela lançou, em parceria com a AOL Kids, a animação "Gisele & the Green Team", uma série de webisódios que mostram a top e outras quatro meninas levando uma vida dupla como supermodelos e super-heroínas do meio ambiente.

Os dois primeiros capítulos já estão no ar. Por enquanto os episódios estão em inglês, sem legendas. Assista aqui.

Marc Jacobs versão ecológica e vegan



O estilista Marc Jacobs entrou de cabeça na onda ecologicamente correta e criou bolsas e carteiras que imitam couro de avestruz, entre outros materiais, em sintético.

Seguindo as cores tendência (magenta, tomate e off-white 'wild mushroom') a coleção mantém a identidade ousada de Jacobs e reafirma sua entrada na moda vegan. Assim, é possível ficar na moda sem sacrificar nenhum animal. 

As peças podem ser encontradas aqui.

Trendwatching: tendência Eco-Superior para 2011

01:19 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários

O bureau Trendwatching divulgou um resumo chamado "11 Tendências Cruciais de Consumo para 2011" (tradução livre). Entre elas está a Eco-Superior: produtos que não são apenas eco-friendly, mas superior aos concorrentes poluidores em todos os sentidos possíveis. Pense uma combinação de funcionalidade ecológica superior, qualidade superior, e economia superior.

Eles questionam: "por que a necessidade de ser Eco-Superior?" A resposta vem em dados: "O número de consumidores busca ativamente produtos 'verdes' está atingindo um patamar alto, e começam a questionar o valor e a eficiência de ser verde:

• Embora 40% dos consumidores se digam dispostos a comprar produtos verdes, apenas 4% dos consumidores realmente faz a escolha no momento da compra. (Fonte: Journal of Marketing, setembro de 2010)
• 58% dos consumidores globais acham que os produtos ecológicos são demasiado caros, enquanto 33% dos consumidores globais acham que os produtos ecológicos não são tão bons. (Fonte: GfK Roper, setembro de 2010)

• Enquanto a quantidade de produtos verdes disponíveis para os consumidores dos EUA aumentaram 73% entre 2009 e 2010, apenas 5% dos produtos não foram encontrados para incluindo alguma reivindicação "greenwashing". (Fonte: TerraChoice, Outubro de 2010)".

O boletim ainda alerta para a tendência de "marcas líderes em 2011 passarem da pura comercialização da sustentabilidade dos seus produtos e preocupação ecológica (com seu alcance de nicho) e seguirem direto ao coração das alternativas tradicionais - enfatizando a qualidade superior e design, maior durabilidade e baixos custos de operação dos produtos - de uma forma que vai recorrer até mesmo ao consumidor mais eco-céticos, egoístas ou financeiramente impugnados".

Exemplos Eco-Superior? O Ovopur, um bem concebido dispositivo de purificação natural e ecológica da água, ou o WC Stealth, que contém um sistema de lavagem que utiliza apenas 0,8 litros de água por descarga - poupando a família média de aproximadamente 20.000 litros de água por ano, ou DeZir Renault, um supercarro conceito 'verde' que viaja 0-60 em cinco segundos, ou a lâmpada 12 watt Philips EnduraLED (foto acima). Vamos ficar de olho no mercado e nas eco-novidades!

Fonte: Trendwatching

Sandra Tapetes: reciclagem criativa para alegrar o ambiente

00:36 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários

Ela está todos os sábados no tradicional Brique da Redenção (Porto Alegre - RS). Quem passeia pelo Parque Farroupilha ou vai à Feira Verde já deve ter passado os olhos pelo trabalho de Sandra. A artesã de Sapucaia do Sul destaca sua banca com o colorido de suas criações.

Especialista na técnica do 'amarradinho' (milenar, como ela mesma me explicou), Sandra produz cada peça com precisão artesanal. O resultado apresentado em suas talentosas e calejadas mãos são tapetes singulares, com temas variados. O piso ganha sapato, bolsa e até uma fantasia de calçadão de Copacabana, além de personagens infantis e musicais, entre outros. Há ainda a possibilidade de revestimento de estofados (como na imagem ao lado), com um acabamento diferenciado e artsy.

Para elaborar cada peça, o cuidado de reciclar tecidos de sobras industriais. Sandra também recebe encomendas sob medida pelo e-mail sandra.tapetes@bol.com.br e pelos telefones (51) 9944.3243 ou (51) 3452.1788. Mais imagens no blog da artesã.

Andarella lança bolsa com apelo ecológico


Pensando em alertar para o uso excessivo de sacolas plásticas, a marca de calçados e acessórios Andarella está lançando uma exclusivo modelo de 'eco bag'. De acordo com a empresa carioca, a bolsa é confeccionada em material 100% reciclado com exclusiva estampa de borboletas, um dos temas da coleção de alto verão.

Na compra de qualquer produto, as consumidoras poderão adquirir o acessório por R$ 10. “As clientes estão cada vez mais conscientes da sua participação na preservação do meio ambiente e procuram marcas que acompanham esse movimento. Estamos lançando uma 'ecobag' com a cara da coleção Andarella. Associamos responsabilidade ambiental com muito estilo”, afirma a gerente de marketing da grife, Gabriela Rapuano.

Fonte: FashionMag

NK Cosméticos: cuidado inteligente para as unhas com produtos sustentáveis e ecológicos



Há quem literalmente não abra mão de ter suas unhas bem cuidadas. Eu adoro! Para resolver três quesitos importantíssimos - higiene, saúde e praticidade - em uma só solução, a NK Cosméticos criou kits descartáveis (manicure, pedicure e manicure/pedicure) que podem ser levados ao salão ou usados em casa mesmo. São compostos por luvas, meias, palitos e lixas. 

Há 13 anos no mercado, a NK possui em seu portfólio linhas especiais de tratamento para mãos e pés (atendendo a públicos diversos, como masculino e teen). A NK Unhas Inteligentes é uma linha de produtos com apelos naturais e com alta concentração de ativos que permite priorizar a qualidade. 

"Para a nossa empresa cuidar da beleza significa cuidar do meio ambiente, das pessoas e cuidar do futuro. A NK Cosméticos está comprometida com iniciativas verdes e projetos de recuperação ambiental. Todo esse cuidado começa de dentro para fora. Isso se reflete no cuidado e na escolha de nossos parceiros e de nossos insumos. Priorizamos o uso de matérias-primas de fonte renovável e ativos com certificações de origem, em busca da redução do impacto ambiental. Nosso objetivo é unir a inovação ao uso sustentável da biodiversidade brasileira. Traduzimos esse conceito com o desenvolvimento de novos produtos utilizando insumos vegetais focando em espécies nativas", explicam.

O bacana é que os tratamentos dispensam o uso de água (recurso de fonte não renovável). Além da promoção do consumo consciente e contra o desperdício, a marca tem parceria com a Campanha Y Ikatu Xingu (que ficou famosa com a übermodel Gisele Bündchen como garota-propaganda mundial) e reverte parte das vendas dos produtos descartáveis no plantio de mudas para o reflorestamento na região das cabeceiras do Rio Xingu, símbolo da diversidade brasileira que sofre ameaças devido ao desmatamento.

A NK também possui o selo Ecocert, uma certificação que permite maior garantia sobre a conformidade dos insumos com os regulamentos da agricultura orgânica nacional e internacional. Confira abaixo o video demonstrativo. 


Designer tibetano Pasang Tsering transforma tecidos e tapetes velhos em matérias-primas para tecelagem


Figura tranquila, o tibetano Pasang Tsering se dedica a técnicas ancestrais de tecelagem típicas da região do Himalaia. Diz que faz arte para deixar as pessoas felizes: "A arte é um feriado para a mente". Designer de tapetes com 30 anos de experiência, possui um ateliê que coleta tecidos e tapetes velhos que virariam lixo e demorariam décadas para se decompor na natureza e, com ajuda de uma pequena equipe de mulheres nepalesas, pacientemente desfia e fia novelos. A linha então vai para o tear e se transforma em novas formas, estampas e cores.

Em sua alegria e simplicidade, ele não tem a menor ideia que está na onda do upcycling, um novo processo de reciclagem que transforma materiais que não teriam outro destino, a não ser o lixo, em produtos de melhor qualidade ou maior valor comercial. O termo foi cunhado ainda nos anos 1990 pelo empresário e ambientalista alemão Reiner Pilz. Desde então, o upcycling vem ganhando cada vez mais espaço. A empresa TerraCycle criou uma linha exclusiva de produtos com esse conceito que vão de acessórios a utilidades para casa. A marca italiana Prada lançou neste ano uma coleção com tecidos totalmente reaproveitados.

Na TV, o reality show Garbage Moguls, da National Geographic, propõe aos participantes fazerem peças artesanais usando resíduos e lixo. Tudo para mostrar que reciclar pode ser muito mais que apenas reaproveitar. 

Lena Santana: um pedaço de tecido e mil ideias

domingo, 28 de novembro de 2010 01:30 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
A ideia de sustentabilidade, reciclagem e reaproveitamento de materiais ganha cada vez mais espaço no mundo da moda. É nessa onda que a estilista baiana Lena Santana, 41, está no Brasil para lançar a versão em português do livro "Um Pedaço de Tecido" (A Piece of Fabric), lançado no começo do ano na Inglaterra e em outros países. Lena usa apenas materiais sustentáveis, como algodão orgânico, ou tecidos antigos, mesmo que centenários, em suas criações.

À venda no País desde outubro, a estilista promove a publicação no Rio de Janeiro, na loja da também estilista Luiza Marcier chamada À Colecionadora - um dos pontos de venda de suas roupas no Brasil; em Belo Horizonte e também em São Paulo, onde ministra um curso de moulage na Escola São Paulo, no dia 8 de dezembro.

O livro ensina a fazer 15 peças de roupas e acessórios de maneira simples, a partir de um corte de tecido como sugere o título, e a tarefa é compatível até mesmo com as habilidades de quem não estudou costura ou moda. Lena desenvolveu o projeto a pedido da editora Paperback, que lançou o título na Inglaterra, e faz parte de uma série de oito livros com foco no reaproveitamento e contra o desperdício de materiais. Entre eles estão One Ball of Wool (Um novelo de lã), One Piece of Paper (Um pedaço de papel), One Block of Wood (Um bloco de madeira). Apenas este último e o de Lena já foram publicados.

De origem humilde, Lena nasceu em Salvador e aprendeu a costurar com a mãe, que fazia as roupas dos filhos por necessidades econômicas. Aos 19 anos, foi tentar a vida no Rio de Janeiro e trabalhou em vários lugares até ser convidada por um amigo para se mudar para Londres. Lena viajou para a capital inglesa em 2003 e estudou na Surrey Institute of Art and Design.

De volta ao Brasil, ela abriu um misto de loja e centro cultural com outros estilistas, como a própria Luiza Marcier, O Estúdio, entre outros. Após um ano, em 2005, decidiu voltar para a Inglaterra e há dois anos integra um projeto de apoio a novos talentos, chamado de Cockpit Arts. A ONG cede ateliês e apoia o desenvolvimento das marcas que, em cinco anos, precisam estar consolidadas no mercado.

Nesse desafio Lena está garantida, pois já mantém pontos de venda no Brasil, Londres, Budapeste (Hungria), Paris (França) e recentemente fechou o primeiro contrato com representante no Japão, que comprou logo de cara 150 peças de sua última coleção, batizada de Flowering.

Confira uma entrevista com a estilista e mais detalhes aqui.

Fonte: Terra

Luxo do PET para Isis Valverde: linha de joias eco-sociais da novela para a vida real


Isis Valverde é uma atriz que entra no personagem. Ela gostou tanto dos acessórios desenvolvidos por Junia Machado pra Marcela, a mocinha que ela vive em “Ti-Ti-Ti“, que decidiu usá-los também fora do Projac.

Durante o processo de criação dos colares de flores usados na novela, Isis revelou à designer a vontade de fazer uma linha de joias com matérias recicladas. Nasceu então o projeto “Luxo do PET para Isis Valverde“, uma espécie de coleção sob medida pra atriz.

O resultado são peças confeccionadas em ouro e PET, proveniente de uma parceria da designer com a Coca-Cola. Além de reaproveitar o plástico, Junia ministra oficinas de artes com a matéria-prima na Associação dos Catadores do Aterro Metropolitano do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, no Rio.

Por enquanto dá pra conhecer – e comprar – colares e brincos da coleção no ateliê de Junia no Jardim Botânico. Na próxima semana eles chegam às outras lojas no Rio, SP e BH. E logo vai dar pra ver as peças supercoloridas no pescoço de Marcela, no folhetim fashionista da Globo. Isis adora borboletas, então deve entrar em cena com muitas delas (fica a dica!).

Junia Machado: (21) 3114-6754


Marca de lingerie italiana Intimissimi arrecada sutiãs usados para reciclagem


Na Itália, sutiãs usados estão sendo arrecadados para reciclagem. A ideia é da marca Intimissimi, que recebe até o final de novembro peças velhas nas suas lojas. Em troca, as mulheres que participarem ganham um bônus de 3 euros para comprar um sutiã novo.

Os destinos do material podem ser paredes de casas, edifícios e estúdios de música, já que os sutiãs serão transformados em painéis de isolação acústica. Segundo os donos da marca, a intenção é chamar a atenção para o uso de materiais reciclados na construção civil. No processo, a lingerie será misturada a outras fibras de tecido.

Quem estrela as imagens da campanha é a modelo russa Irina Shayk, que aparece em vídeo sensual no site da marca (veja abaixo). Em sua página no Facebook, a Intimissimi publicou fotos de lojas que estão recebendo as peças. Será que essa moda pega?



Havaianas lança edição limitada Soul Collection com opções ecológicas


A Havaianas apresenta novos modelos, ampliando a linha Soul Collection lançada recentemente pela marca. A linha Eco apresenta uma proposta ecologicamente correta, com juta natural - planta da região amazônica, onde seu cultivo é a principal atividade econômica para mais de 50 mil famílias ribeirinhas.

Livre de adubos e defensivos agrícolas, a juta se decompõe mais rapidamente do que as fibras convencionas, reduzindo assim seu impacto ao meio ambiente. "Desta forma, Havaianas busca contribuir com duas das maiores riquezas brasileiras: seu povo e sua natureza", define a assessoria da marca.

Fashion e moderno, os calçados além de fibras de juta apresentam solados em borracha natural e resíduos de lona, disponíveis nos três modelos já existentes – Origine (Alpargatas), Urbis low e Urbis mid.

A coleção Eco é limitada e além do mercado europeu, está disponível apenas no Espaço Havaianas (Rua Oscar Freire, 1116, São Paulo-SP | Fone 0xx11 3079.3415).

Dye Clean: empresa do setor têxtil cria sistema de tingimento menos poluente

domingo, 14 de novembro de 2010 22:57 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários


O processo tradicional de pigmentação de tecidos obriga o setor industrial a tingir as colorações desejadas em máquinas diferentes, problema que resulta no aumento do consumo de água, produtos químicos e sal, além de poluir os rios.

Para resolver este problema e alavancar os negócios, a empresa brasileira Golden Tecnologia, especializada na área têxtil, lançou uma tecnologia chamada batizada de Dye Clean, que promete reduzir em 80% o consumo de água, em 50% o de produtos químicos e auxiliares, e em 80% o de sal (para cada mil litros de água é preciso adicionar 800 quilos de sal em qualquer processo de tingimento). A dessalinização da água que é descartada é obrigatória nos países europeus, medida que o Brasil deixa de seguir.

As tinturarias estão interessadas na nova tecnologia porque poderão reutilizar a mesma água para tingir em diferentes cores. "O processo Dye Clean permite que em um mesmo banho de tingimento possam ser tingidas diversas cores sem a necessidade de descartar o banho, sendo um processo ambientalmente amigável e que custa em média 30% a menos que as tecnologias convencionais", destacou ao EcoD Alessandro De Marchi, diretor comercial da Golden.

Ao completar 20 anos no mercado têxtil, a empresa com sede em Potim (SP) espera ganhar em um ano 20% do mercado de tinturaria no país, além de clientes em boa parte do mundo, uma vez que empresários de Portugal, Espanha, Itália, Guatemala, El Salvador e Peru já entraram no catálogo da Golden. A receita estimada para o novo negócio em 2011 é de US$ 18 milhões (o equivalente a R$ 30,5 milhões) - o faturamento total da companhia em 2010 deve ser de US$ 35 milhões.

Método dispensa adaptação de maquinário

Atualmente, a tecnologia desenvolvida em parceria com a Universidade Politécnica da Catalunha (UPC), na Espanha, por meio do professor Josep Valldeperas Morell está em processo de registro de patente no Brasil, Europa e Estados Unidos. A Golden tem o direito de comercialização do produto, enquanto a instituição de ensino ficará com a propriedade intelectual.

Na opinião de Régis Nieto, gerente do setor de avaliação de sistemas e saneamento da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), o novo processo significa um avanço. "O grande problema do tingimento são os corantes que podem chegar aos afluentes ainda com pigmentação, causando um grande problema ao meio ambiente", observou ao jornal Brasil Econômico o representante do órgão ligado ao governo de São Paulo.

Outra vantagem da tecnologia Dye Clean é que ela dispensa a adaptação de maquinário, basta comprar o processo de tingimento da Golden. Como a inovação ainda está em processo de patente, cada cliente é obrigado a assinar um contrato de sigilo, no qual se compromete a protegê-la de possíveis cópias.

O mercado têxtil consome 500 toneladas de corantes mensais. A Golden espera ser responsável pela venda de 100 toneladas a cada mês nos próximos anos. O preço médio dos produtos químicos e auxiliares para o processo é de US$ 15 por quilo. “Sabemos que a meta é arrojada, mas não vejo outro caminho para o avanço da indústria têxtil. As questões ambientais estão no centro das atenções, e nós saímos na frente com um produto que, além de economizar água, não polui”, ressaltou o dono da empresa, Lourival Flor.

Segundo Alessandro De Marchi, a Golden participa do projeto Atuação Responsável, desenvolvido junto a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Ele adiantou ao EcoD que um dos objetivos estratégicos da empresa é renovar todo o portfólio de produtos auxiliares com matérias-primas sustentáveis. "Também temos um projeto voltado para os corantes naturais, no qual estamos trabalhando há cerca de dois anos", concluiu.

Green Thing: linha de camisetas reutilizadas para incentivar pessoas a serem mais "verdes"


A ONG britânica Green Thing lançou uma linha de produtos diferenciados como parte de seu projeto de criar ações que incentivem as pessoas a serem mais "verdes".

Em prol da sustentabilidade, recolhe peças de roupas de doações e as recicla, criando um novo produto cheio de personalidade.

Em cada peça, que é vendida por 20 libras esterlinas (aproximadamente R$ 54), a palavra “Saved” (“salva” ou “economizada”) é costurada, e a etiqueta das camisetas mostra o nome de quem doou a roupa e de quem fez a lavagem e costura do “Saved”.

O lucro obtido com as vendas é todo direcionado para os projetos da ONG. Os clientes recebem a sua camiseta em uma embalagem reutilizável e com uma etiqueta de devolução gratuita, como forma de continuar o ciclo de reciclagem das camisetas.

Confiram o vídeo super bacana abaixo:



Eden usa tingimentos naturais para fixar as cores em suas peças na Coleção Verão 2011


Fazer moda utilizando matéria-prima orgânica não é uma tarefa simples. Isso porque para obter os resultados diferenciados de acabamento, muitas vezes se faz necessário o uso de produtos que poluem o meio-ambiente.

Fiel à sua filosofia em ser uma marca 100% orgânica, a Eden trabalha desde sua primeira coleção com o grande desafio de encontrar alternativas para obter cores e lavagens especiais.

Para Jorge Yammine, diretor da marca, não basta utilizar algodão orgânico e não ter o mesmo critério nos demais estágios de confecção do produto. “Se apropriar do tema orgânico de forma superficial não é coerente, precisa ser de verdade”, diz Jorge.

Resultado de constantes pesquisas, novas possibilidades já podem ser conferidas na coleção Verão 2011 da marca. Tendo como principal referência os jardins e sua variedade de flores, a cartela de cores é bem diversificada, com tons fortes e vivos como amarelo, laranja, pink, turquesa e verde, tudo obtido através da utilização de pigmentos naturais.

Plantas, raízes e caules, como a Anileira, a Cidreira, o Urucum e a Fava Danta, são utilizados no processo de tingimento. A etiqueta traz peças até em pink - algo raro dentro do segmento orgânico. O recurso para conseguir o tom veio direto do reino animal, a Cochonilha, uma espécie de pulgão, utilizado também como corante em alguns alimentos.

O jeans também recebe um tratamento diferenciado nas fábricas. O processo de desgaste e corrosão das peças é feito manualmente para evitar o uso de produtos químicos altamente concentrados e nocivos. E mais: para conseguir chegar a tom mais claro, o açúcar é um bom aliado. Outro diferencial da marca está na fixação da cor, mas esse processo é guardado a sete chaves por Jorge.

Esse frescor eco adequado para o verão pode ser conferido numa ampla variedade de calças e t-shirts coloridas, - peças básicas e atemporais - perfeitas para compor um look moderno. 

Fonte: Chic e DuoPress

Levi's lança linha de jeans com etiqueta de menor consumo de água

16:25 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
O uso de materiais recicláveis e fibras renováveis já está presente no mercado em diversas marcas, incluindo as de jeans. 

Mas o gasto de água para produção de uma calça jeans é um dos principais desafios da indústria. Por isso, a Levi's prepara o lançamento de uma linha que gasta menos do recurso natural na fabricação do produto.

A linha chega ao mercado em janeiro e virá com um símbolo indicando que em vez dos 42 litros necessários para se fazer um par, o item foi feito com percentual menor de água, variando entre 28% e 96%, dependendo da lavagem e acabamento.

A empresa divulgou que 20% da produção que atende os mercados da América do Norte e do Sul, incluindo o Brasil, será feita sob o novo processo.

Para o consumidor, não haverá mudanças nos produtos. Modelos tradicionais, como a 501, chegam às prateleiras com cores, tons e detalhes diferenciados. 

Segundo a Levi's, a alteração que permitiu a economia de água foi feita no processo de fabricação, incluindo a união de diversos ciclos em um e a troca da água pelo ozônio na hora de deixar o jeans mais estonado (desgastado).

A Levi's também divulgou que não haverá alteração nos preços dos produtos por conta do novo processo.

Fonte: Terra

Chinelos e luminárias feitas com hashis reciclados

domingo, 7 de novembro de 2010 00:37 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários


Bilhões e bilhões de Hashis os pauzinhos utilizados para o consumo de comida japonesa e chinesa são utilizados e descartados no mundo, é estimado que 25 milhões de árvores de bambu são utilizadas para a sua fabricação.

Bryan Parks americano que viveu durante muitos anos na China percebeu o problema e enxergou uma oportunidade, por que não transforma-los em peças de decoração?

Investindo em pesquisa ele desenvolveu um processo de higienização dos hashis e criou o design dos produtos utilizando o material, foi ai que nasceu a Kwytza Kraft.

A empresa produz luminárias, fruteiras e até bolsas, o resultado é super interessante e sustentável. Você pode conhecer e comprar as peças através do site da própria Kwytza Kraft ou da loja Vivavi.



Já em uma versão mais caseira e experimental o designer Joseph Palmer’s criou o chinelo feito com hashis. Com os pauzinhos ele fez a base, com camurça de um antigo quadro de avisos a sola, as tiras vieram de uma mala antiga e toda a costura foi feita com fio dental, curioso não?

O bacana destes produtos e experimentos é demonstrar que com criatividade é possível reaproveitar qualquer tipo de material e trazer a tona o nosso péssimo hábito de utilizar produtos que só nos servirão uma vez e serão descartados no meio ambiente.

Luiza Perea: sapatos de couro de peixe em nova linha

A primeira coleção de Luiza Perea foi inspirada no mundo dos trabalhadores manuais, como os cortadores de cana. Ao dar continuidade a essa pesquisa, a estilista lançou a Moda Verão 2011, uma coleção de sapatos e bolsas feitos de couro de peixe e de cobra autorizados pelo IBAMA.

Luiza aproveita a pele de pescado, pirarucu e salmão que era descartado pela indústria alimentícia, resultando em poluição biológica, e a transforma em um couro macio e resistente.

As peças também são revestidas em redes de palha, que lembram as de pesca. Com o acabamento de fitas de seda, elas ganham um ar de contemporaneidade e elegância casual.

A onda da sustentabilidade se estende também às suas jóias, que são de materiais descartados, fios de cana-de-açúcar e prata.

Fonte: EcoDesenvolvimento

Alienina: designer italiana produz acessórios com sobras industriais

                                                      
Gerar trabalho sustentável artesanal a partir do reaproveitamento de materiais industriais é algo que já acontece muito hoje em dia. E tende a acontecer cada vez mais. Mas o desafio é: como dar uma cara menos caricata para isso? A marca italiana Alienina (Alienígena), da designer Eliana Venier produz, desde 2008, acessórios arrojados com este perfil.


São bijus, sobretudo colares, criados a partir de tubos de borracha, cordas e resíduos têxteis. Apesar de volumosos, são minimalistas, apresentados em looks sóbrios. A cartela de cores é vasta, devido à abrangência do material. Além de beirar o artístico, a linha dá uma nova dimensão ao produto exclusivo, gerado a partir do lixo, já que cada peça é única.

Fonte: UseFashion

Bel&Bel: espanhóis transformam scooters antigas em cadeiras futuristas

domingo, 31 de outubro de 2010 02:02 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

O estúdio espanhol Bel&Bel transforma as antigas motocicletas Vespas em arte. A scooter que já está fora de moda, é transformada em cadeiras exclusivas, que combina as cores da estrutura externa com o assento, coordenando toda a tonalidade.

As cadeiras inovadoras são feitas de carcaça de tanques de gasolina de motocicletas. Com o desenvolvimento tecnológico e a criação de modelos de motocicletas mais econômicas ou elétricas, as clássicas foram deixadas para trás. Porém, algo tem que ser feito para que elas não sejam simplesmente lançadas em aterros ou lixões quando perdem sua utilidade.

Foi pensando em uma solução para este problema que os artistas da Bel&Bel, começaram a fabricar cadeiras modernas e elegantes, utilizando restos de motocicletas. Para eles, seria uma vergonha deixar essas belas scooters italianas irem para o lixo. O site não informa o custo das cadeiras nem como obtê-las, mas divulga a ideia de como se reutilizar produtos antigos que não estão mais sendo utilizados. 


Fonte: Ciclo Vivo

Friedge-Couch: a geladeira-sofá

sábado, 30 de outubro de 2010 01:38 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

A criatividade do designer canadense Adrian Johnson o levou a reciclar o que, até então, se considerava dois problemas urbanos de lixo: uma geladeira e um sofá velhos.

O Friedge-Couch, (tradução literal de Sofá-geladeira) surgiu quando o designer decidiu fazer algo criativo e estiloso para um casamento.

Ao procurar inspiração em um ferro-velho, ele achou um banco vermelho praticamente novo de uma BMW 325 e, na busca por algo onde o banco poderia ser encaixado, ele encontrou uma geladeira Gibson Frost-Clear Deluxe, de 1982.

A junção dos dois objetos que, até então, estavam inativos e eram considerados lixo, criou o novo conceito de sofá. Alguns modelos tem entrada para iPods! A iniciativa do canadense demonstra que reciclar também é uma questão de bom senso e muita criatividade.

Fonte: EcoDesenvolvimento

Suitcase Chairs: poltronas charmosas de malas recicladas



Não dá vontade de fechar essa poltrona e carregá-la para a sua próxima viagem? Esse é o efeito que causa a coleção Suitcase Chair, da fábrica de móveis de design Recreate, conhecida por dar outros usos para objetos já defasados, estragados ou sem nenhuma utilidade.

A responsável por essa reciclagem vintage é a designer sul-africana Katie Thompson que, nessa coleção, colocou em prática a ideia de aproveitar uma mala velha e sem uso para transformá-la em uma poltrona única, descolada e linda.

O mais legal é que as peças são completamente exclusivas, já que a matéria-prima – uma mala antiga e estragada – nunca é exatamente igual. Os estofados são de linho, as pernas são feitas de madeira e a estrutura interna é de aço reforçado. Alguns modelos já foram vendidos, então, corra para garantir o seu! As encomendas podem ser feitas pelo e-mail katie@recriate.za.net.

Fonte: Lola Mag

Speedo adere ao eco-fashion transformando peças antigas

domingo, 24 de outubro de 2010 22:39 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
A Speedo fez uma parceria eco-fashion com a grife inglesa From Somewhere, especializada em upcycling. A marca de Orsola de Castro e Filippo Ricci lançou na London Fashion Week o preview da coleção que chegará ao mercado no ano que vem. Peças antigas mas nunca usadas da Speedo são transformadas em vestidos. Confira no vídeo abaixo.



Fonte: Verdinho Básico

Charlie Boots: ethical designer britânico cria looks numerados e sustentáveis

22:17 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

O ethical designer Charlie Boots cria sua moda com princípios fortes: ética, sustentabilidade e muita elegância. Usando materiais reciclados e produção de itens exclusivos reversíveis, ele segue em sua missão hercúlea de banir o fast fashion.

Cada peça é feita a mão por Boots, que constrói pedaço a pedaço, aproveitando sobras ou tecidos vintage que recupera. "Eu me tornei designer de moda com 28 anos de idade, mas queria fazer isso desde que eu tinha 10 anos! Vivia em Bangkok durante vinte anos e queria ter meus projetos realizados por um alfaiate. Isso pode ser extremamente frustrante, quando a interpretação que o outro faz do seu projeto muitas vezes não coincide com a sua idéia (para não mencionar a barreira do idioma). Percebi que precisava aprender alfaiataria, a cortar, e então passei a fazer uma certa moda na Bath Spa University. Foi aí que comecei a olhar para a moda ética. Quando entendi o enorme impacto negativo dessa indústria em muitas pessoas, eu soube que trabalhar com ética era o caminho que eu poderia tomar", contou em entrevista ao Amelia's Magazine

Prioriza a matéria-prima orgânica, proveniente do fair trade (comércio justo, que combate a exploração de mão-de-obra em países subdesenvolvidos e trabalho infantil), além de tecidos vintage e reciclados. "Utilizar tecidos orgânicos significa que os trabalhadores da indústria do algodão não estão sofrendo problemas de saúde graves e que levam muitas vezes à morte (cerca de 20.000 por ano), como resultado dos pesticidas utilizados. Tecidos de bambu e cânhamo, como são sustentáveis - estes dois em particular, não requerem pesticidas, muita água ou uma série de cuidados. 95% dos meus tecidos são originados no Reino Unido", explica. Os tecidos de bambu e linho, os vintage dos anos 30/40 são importados dos EUA e os de quimono do Japão.

A maioria dos modelos são reversíveis, o que só faz acrescentar à sua sustentabilidade. Ele finaliza as roupas  com acabamento invisível (típico de alfaiataria e haute couture, bem diferente do prêt-à-porter). Duas versões em uma mesma peça. Charlie Boots numera seus looks: são 10 unidades (essa exclusividade agrega valor ao produto). Selecionei quatro opções - acima - que mais me chamaram a atenção (o vestido preto está perfeito!). Anotem esse nome e confiram também a linha de acessórios e as coleções completas aqui.