Couro de peixes amazônicos viram acessórios

sexta-feira, 30 de julho de 2010 23:29 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) exibe nesta semana, em Natal, objetos feitos com couro de peixes amazônicos - como os tambaquis e tucunarés. Eles são fruto de um esforço do instituto em desenvolver técnicas para não desperdiçar as milhares de peles que são descartadas diariamente em Manaus.

A exposição de produtos amazônicos faz parte do estande do Inpa na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, que ocorre nesta semana na capital do Rio Grande do Norte.

A textura do couro de peixe é semelhante à do couro de boi, com exceção das marcas de escamas, que dão charme às peças. No estande do Inpa, a primeira reação dos visitantes ao ver as bolsas e carteiras é cheirá-las, mas eles descobrem que o odor é de couro comum.

Fonte: G1

MorumbiShopping vai transformar roupas doadas em peças recicladas por Alexandre Herchcovitch

quinta-feira, 29 de julho de 2010 00:53 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

MorumbiShopping traz o Projeto Moda Reciclada 2010, que vai transformar roupas doadas em peças recicladas pelo estilista Alexandre Herchcovitch.

"A ideia surgiu porque a maioria das pessoas acaba guardando no armário diversas roupas que não usa. E elas ficam lá, esquecidas. Ou melhor, ficavam. O MorumbiShopping se lembrou delas e inventou um jeito de fazer com que roupas usadas se transformassem em uma grande ajuda para quem precisa", explicam no site.

Quem quiser fazer uma limpa no armário pode ir até o MorumbiShopping e entregar essas peças no posto de doação, que foi montado no piso Térreo. As peças recebidas passarão por uma releitura completa, que será feita em parceria inédita por Herchcovitch e um time de costureiras de uma comunidade carente. A transformação das roupas pode ser acompanhada ao vivo, em um ateliê de vidro construído no Atrium do MS.

Quando as novas roupas estiverem prontas, o Ateliê vai se transformar na pop-up store Moda Reciclada, uma loja que comercializará as peças, únicas e exclusivas do projeto. "Toda a renda obtida com a venda das roupas recicladas será revertida para a ONG Florescer. Ou seja: além de contribuir com o seu visual, o projeto também vai contribuir com uma comunidade carente", completam.

As doações serão recebidas até 1º de setembro. Confira o calendário e participe!

De 15/7 a 1/9 – Doações, no piso Térreo
De 22/8 a 31/8 – Oficina ao vivo, no Atrium
De 2/9 a 19/9 – Pop up store, no Atrium

Peles falsas conquistam o mundo da moda

00:34 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Depois de anos de brigas entre ativistas de projetos em prol da vida animal e estilistas, parece que a moda deu uma trégua no sofrimento dos bichos e elegeu a pele fantasia como uma das tendências para o inverno.

A toda-poderosa maison Chanel, de Karl Lagerfeld, mostrou em seu último desfile casacos de tweeds feitos com pelúcia. Para quem achava charmosa e glamourosa peças com aplicações peludas, mas não tinha coragem de sair por aí vestindo uma carcaça de animal, pode aderir à tendência com o material sem dor na consciência.

Marcas nacionais como Animale, Maria Bonita, João Pimenta, Huis Clos e Reinaldo Lourenço, e até mesmo em lojas de departamentos como C&A, Renner e Zara são possíveis encontrar modelos com inúmeras aplicações de pelos - falsos, óbvio - nas peças.

Segundo a organização Pea (Projeto Esperança Animal), alguns bichos ficam confinados em minúsculas gaiolas em condições deploráveis para que os homens possam tirar suas peles. Para extrair, os animais são eletrocutados, asfixiados, envenados, afogados ou estrangulados. Muitos, inclusive, são esfolados ainda vivos.

Fonte: Terra Moda

Shopping Diet: como praticar a sustentabilidade e economizar no guarda-roupa

quarta-feira, 28 de julho de 2010 02:54 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

Imagine aquela horrível e familiar sensação: você está diante de um armário totalmente recheado e acha que não tem nada para vestir. Agora, imagine algo pior: seu armário contém apenas seis itens, e você está restrito a usar apenas esses seis itens por um mês inteiro. Agora, se você pode suportar isso, imagine algo indescritível: ninguém percebe.

Quase um mês após iniciar esse desafio auto-infligido, Stella Brennan, 31, executiva de vendas de seguros de Kenosha, Wisconsin (EUA), seu marido Kelly, um mecânico, ainda não tinha descoberto que ela estava usando os mesmos seis itens desde 21 de junho. A parte triste dessa historinha é que o Sr. Brennan é o responsável pela lavanderia. Durante a sua experiência - chamada 'dieta de compras' - que terminou dia 21 de julho, a Sra. Brennan selecionou as seguintes peças: um blazer e calças pretas da H & M, duas camisas (uma preta e uma rosa), um par de jeans Old Navy e uma t-shirt rosa super batida.

Escolher esses itens foi complicado: ela tem dois filhos, um golden retriever e três gatos, e estava começando um novo trabalho mês passado, com um trajeto de uma hora. Ela disse que precisava de seis itens à prova de pelo de cachorro, crianças, comida e amassados. "Eu preciso desses itens para ser profissional, mas também para jogar futebol com meu filho e ir a festas", justifica. Sua revelação após ao final de 31 dias - depois de seu marido não perceber, mesmo quando ela usava pijama de estampa floral para fazer jardinagem: "Obviamente, eu não precisar de todas essas roupas".

Este exercício de auto-controle foi motivado por um desafio chamado Six Items or Less . A premissa é passar um mês inteiro usando apenas seis itens - ou menos - que já estejam no seu armário (não contando sapatos, lingerie ou acessórios). Cerca de 100 pessoas em todo Estados Unidos, e em lugares distantes como Dubai e Bangalore, na Índia, também se engajaram de participar, como uma forma de cortar gastos, demonstrar preocupação com a produção em massa e o transporte global de vestuário (que deixa as roupas mais baratas e agride o meio ambiente).

Enquanto isso, o Great American Apparel Diet, um programa ainda mais rigoroso que começou dia 01 de setembro de 2009, trouxe a proposta de mais de 150 mulheres e dois homens praticarem a abstinência de compras por um ano inteiro. (Novamente, underwear não conta.) Em agosto, a Galeria Books irá publicar um guia chamado "The Shopping Diet", assinado pelo estilista do red carpet Phillip Bloch. Entre as etapas propostas por Bloch estão: admitir que você é um overshopper (compra mais do que precisa), fazendo compras seguras e responsáveis e tornando a dieta um estilo de vida.

Embora os números pareçam pequenos - e suas dietas extremas, esses economistas da moda são representativos, talvez em uma forma notável, de um amplo reconhecimento dos hábitos dos gastos dos consumidores. Enquanto a economia começa a melhorar, os compradores de todos as classes estão lutando com as mesmas perguntas: é seguro ir para trás a nossa velha forma, pré-recessão? Ou será que devemos? Os autores dessas dietas - incluindo alguns executivos de marketing de moda e publicidade, curiosamente - parecem não pensar.

Sally Bjornsen, fundadora do Great American Apparel Diet, disse que foi alertada para parar de comprar roupas por um motivo simples: "eu estava doente e cansada do consumismo". No verão passado, Bjornsen, 47 anos, estava pensando em quantos anos de crédito fácil levou ao excesso de carros, casas e bens de luxo. Então, olhando em seu próprio armário, ela percebeu que era parte do problema. Por seu trabalho, como representante comercial de fotógrafos em Seattle, e antes que como executiva de marketing em empresas de moda - como Nike e Nordstrom - ela gastou de 5 a 10 mil dólares por ano em roupas. "Eu estava comprando de um modo notório," confessou. "Eu extrapolava motivada pela coisa toda".

Independentemente disso, os 'seis pontos' da experiência foram concebido por dois amigos: Heidi Hackemer, 31 anos, diretor de negócios estratégicos na agência de publicidade de Nova York BBH, e Tamsin Davies, 34 anos, chefe de inovação em Fallon de Londres, depois de uma discussão informal sobre seu desejo de limpar os armários. A ideia foi crescendo e se tornou um desafio criativo, o Six Items or Less.

As regras não são rígidas e rápidas. Se uma pessoa, por exemplo, tiver vários blazers preto parecidos - como a Sra. Brennan, a executiva de Wisconsin, fez - poder contá-los como um item. "Nossa ideia não era inserir uma filosofia por trás da proposta, e não ser enfadonho," explica Hackemer. O desafio foi tão popular que pode ser repetido neste ano.

Fonte: The New York Times

Eco Trends & Tips na Revista do Correio Braziliense

terça-feira, 27 de julho de 2010 22:44 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários
A Revista do Correio Braziliense publicou dia 27 de julho de 2010 uma entrevista que a jornalista Maria Júlia Lledó fez comigo sobre o Eco Trends & Tips e a relação moda-ecologia-sustentabilidade, além de uma matéria com dicas para um guarda-roupa verde. Confira na íntegra clicando nas imagens abaixo.



Mercado de moda aposta em conceitos sustentáveis

02:19 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Faz um tempo que a moda verde deixou de ser restrita a tecidos feitos a partir de garrafas PET, algodão orgânico ou fibra de bambu. Novas formas de pensar a fabricação de estampas e jeans são um bom exemplo. O tingimento natural, adotado pela Osklen em sua última coleção, lançada na São Paulo Fashion Week, também.

Na mesma direção, as roupas de banho da marca Movimento reaproveitaram pele de peixe, e as pulseiras da estilista Andrea Marques são feitas com madeira de demolição. Saindo da área de materiais e técnicas utilizadas para conferir quem está trabalhando na máquina de costura, a ideia de pagar um preço justo a toda a cadeia envolvida na produção, poluir menos e cuidar do bem-estar dos trabalhadores se fixa em um mercado que só cresce.

No Brasil, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) estima que o faturamento do setor no ano passado alcançou a marca de US$ 47 bilhões. A conscientização de varejo e consumidores ajuda a firmar o algodão orgânico e o tecido de PET, mesmo sendo conceitos mais banalizados, como referências de menor impacto. Com isso, camisetas de algodão orgânico começam a chegar em grandes lojas de departamento no Brasil a preços mais acessíveis.

A criatividade e a inovação comuns ao brasileiro podem ser grandes aliadas para transformar o mercado da moda, conhecido por seu estímulo ao consumo desenfreado e pelo caráter descartável, em um adepto da sobrevida e da transformação. Dar nova vida a algo que estava próximo do fim sem passar por processos químicos e físicos de reciclagem. É mais ou menos isso que o upcycle, conceito do momento na Europa, prega. Na moda do futuro, o artesanato, a customização e a individualidade no jeito de vestir podem ser grandes saídas.

Menos água nas estampas
Fazer estamparia exige muita água nos métodos tradicionais. Com a técnica da Air Dye, as cores são transferidas para o tecido por meio do calor, o que pode economizar entre sete e 75 galões de água em cada quilo de tecido. Outra tecnologia é a impressão digital, usada pela estilista Isabela Dreux na última edição do Fashion Rio, semana de moda do Rio de Janeiro. Com impressoras que aplicam as estampas direto nos tecidos, o consumo de água é reduzido em até 95%.

A força dos retalhos
Os pedaços de tecido que sobram nas máquinas de costura não vão mais para a lixeira. As roupas masculinas lançadas pelo estilista Alexandre Herchcovitch na São Paulo Fashion Week são de tecido reciclado feito de retalhos de várias indústrias.
Também nesse sentido, a marca masculina Spirito Santo aposta nas bolsas feitas com sobras de jeans. Assim, caminha ao lado da palavra de ordem zdos ingleses focados no comércio justo, o upcycle. O nome estranho nada mais é que transformar, sem processo químico, algo que estava no fim da sua vida útil.

O novo jeans
A movimentação em busca da redução do consumo de água é um dos motivos que levou a marca Denovo a alterar sua produção. Um modelo feito a partir de retalhos de outros jeans e um outro que exige um número menor de lavagens industriais servem como exemplo. Já a Tristar promete um jeans (foto) que não precisa ser lavado depois do uso. Para limpar, é só colocá-lo no congelador por 12 horas dentro de um saco plástico fechado.

De Fortaleza para Londres
Uma parceria entre a Dragão Fashion Brasil, evento de moda de Fortaleza (CE), deve proporcionar intercâmbio de ideias, peças de roupa e ações entre Brasil e Inglaterra. A ideia do coordenador internacional do evento, Mauro Slomp, é unificar a linguagem da ecomoda e reforçar os conceitos de upcycling por aqui. A conexão ocorrerá entre a Estethica, salão de moda ética da semana de Londres, e designers brasileiros, que devem ser recebidos na Inglaterra em fevereiro do ano que vem. Na edição da Dragão Fashion de abril de 2011, criadores da Estethica apresentarão suas ideias em Fortaleza, completando o ciclo de troca verde e ética. O projeto conta com o apoio da jornalista referência em moda, Suzy Menkes, do jornal Herald Tribune.

O preço justo
Conceito amplamente difundido na Europa, o comércio justo é aquele que considera importante todos os envolvidos no processo de fabricação, transporte e venda de uma peça de roupa. Ele vai contra a ideia de produzir onde a mão-de-obra é mais barata, sem considerar os impactos socioambientais. Embora o conceito não seja tão difundido aqui, o apoio de grandes marcas brasileiras a pequenas comunidades tem feito do artesanato um artigo de luxo. Com treinamento específico, artesãs adicionam valor a seus produtos, levando-os até as passarelas. Na última São Paulo Fashion Week, maior semana de moda do país, Ronaldo Fraga, Movimento e Iódice aproximaram-se de comunidades, dando o pontapé inicial para o comércio justo.

Fonte: Donna/ZH

Guarda Real Britânica ganha chapéu eco-friendly

domingo, 25 de julho de 2010 23:11 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Os soldados da Guarda Real Britânica são atração turística em Londres quando trocam o turno no pátio do Palácio de Buckingham. E não há como ignorar os bearskins que fazem parte do uniforme. Sabe o que é isso? Os chapéus, que como o nome indica são feitos de pele de urso – e existem desde a Batalha de Waterloo! Mas esse histórico não impede que críticas sejam feitas, já que animais são sacrificados em nome da tradição.


PETA,  junto à estilista Stella McCartney, produziram os novos bearskins, feitos de pele fantasia e apresentados dia 23 ao Ministério da Defesa inglês por representantes da entidade de defesa dos animais. Depois de 4 anos procurando uma tecnologia que cumprisse os padrões oficiais do governo, eles passaram no teste. Agora resta esperar uma resposta do alto escalão britânico. E a troca da guarda pode virar atração fashionista!

Fonte: Lilian Pacce

ISSI: bolsas de mangueiras de água recicladas

22:38 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
A empresa ISSI desenvolveu uma bolsa feita com o reaproveitamento de mangueiras de apagar incêndio,  aquelas utilizadas pelos bombeiros.

Idealizada pelo designer Elvis & Kresse e por um time de designers de peso entre eles: Lothar Götz, Olivier Millagou, Paul Morrison, and Simon Periton as peças tem o foco no reaproveitamento total e utilizam outros materiais reaproveitados em sua composição como tecido de paraquedas, tecidos de estofados e assentos e até mesmo as embalagens são desenvolvidas com jornais, máscaras de oxigênio entre outros produtos.

Para não decepcionar o público masculino, a marca também desenvolveu uma carteira com o mesmo material. Extremamente criativo, sustentável e com um resultado visual fantástico.

Fonte: Coletivo Verde | Ecouterre

Upciclying: reciclagem com estilo é tendência

sábado, 24 de julho de 2010 01:59 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Tom Szaky (foto acima), CEO da TerraCycle, fará palestra no 14˚ Congresso Brasileiro de Embalagem 2010 em setembro. O assunto: Upciclying. Se você ainda não ouviu falar do assunto, com certeza irá.

Um artigo ótimo da Andrea Vialli (Estadão) define superbem o conceito: "Upcycling é o termo usado para a reinserção, nos processos produtivos, de materiais que teriam como único destino o lixo, para criar novos produtos. É transformar algo que está no fim de sua vida útil em algo novo, de maior valor, sem precisar passar pelos processos físicos ou químicos da reciclagem. O material é usado tal como ele é". 

A norte-americana TerraCycle ancorou no Brasil em 2009 e já coletou mais de um milhão de embalagens, que são transformadas em acessórios (bolsas, mochilas, estojos, cadernos, guarda-chuvas, etc). Parte do dinheiro arrecadado com a venda dos produtos é revertida em doações. O trabalho envolve também mais de 90 mil coletores de matéria-prima para reciclar.
 
Segundo Vialli, a indústria da moda também está atenta ao Upcycling. Em Londres, por exemplo, já há pontos de coleta de roupas e sapatos com os contêineres para lixo reciclável. Os responsáveis pela iniciativa são empresas como a LMB, que coletam roupas e sapatos que as pessoas não querem mais e as reinserem no processo produtivo (menos de 10% é descartado). No Brasil, marcas como a Cavalera e Osklen já estão aderindo ao conceito.

Odacité: o poder dos cosméticos orgânicos

01:25 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

Não é de hoje que os alimentos orgânicos se tornaram o centro das atenções dos consumidores que procuram hábitos alimentares mais saudáveis. Mas não é só nas prateleiras dos supermercados que eles são vistos como uma fonte certa de receita. Nos EUA, os produtos orgânicos são usados como poderosos cremes antioxidantes.

Criada pelos franceses Valérie Grandury e Romain Gaillard, a marca californiana Odacité trouxe ao mercado uma linha de tratamento facial e corporal baseada em elementos naturais e prazos de validade bem restritos. “Após seis meses, os agentes contra os radicais livres perdem até 34% de sua eficácia”, explica Grandury. A descoberta fez da pequena farmácia caseira de manipulação da cidade de Topanga, localizada entre Hollywood e Malibu, uma fabricante de nível global. Atualmente, a Odacité é comercializada pelo mundo todo pela internet. Basta fazer o pedido no site e, em menos de seis dias, a loção sob medida é entregue.

A ideia da Odacité surgiu de uma carência da própria Valérie Grandury. Com dificuldade de encontrar produtos de beleza sem toxinas, a francesa decidiu fabricar seus próprios cremes. Segundo ela, ao utilizar ingredientes ultra-frescos, a fórmula penetra mais rapidamente à pele. A absorção instantânea hidrata, estimula a regeneração cutânea e neutraliza os efeitos dos radicais livres. A linha de cosméticos é certificada com o selo “made with certified organic ingredients”, que garante a presença de ao menos 75% de elementos bio. Mas a empresária garante que seus produtos estão entre os 83% e 91%. A marca não utiliza ingredientes tóxicos nem conservantes artificiais. Os óleos são processados a frio, sistema que retém quase a totalidade das vitaminas e dos agentes antioxidantes dos alimentos. A fabricação de cada fórmula é personalizada, de acordo com as características de cada cliente.

A minuciosa preocupação com o frescor de seus produtos rendeu à Odacité um grande prestígio junto às celebridades de Los Angeles, nos Estados Unidos. Na França, país natal de seus criadores, a marca é hoje uma constante nos bastidores da moda. No Brasil, no entanto, a linha de produtos ainda é pouco conhecida. Os preços vão de US$ 195 a US$ 375.

Fonte: Gestão de Luxo FAAP

Fab Lab House: uma casa, uma árvore

quinta-feira, 22 de julho de 2010 02:27 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

"Uma casa é como uma árvore que produz energia com suas "folhas' solares, envia para suas raízes, onde a armazena, compartilha ou devolve para a casa para produzir o fruto da eletricidade". A partir desse conceito a Fab Lab House inova o mercado construção sustentável.

Realizado em uma parceria do Institute for Advanced Architecture of Catalonia (Espanha) e o Massachusetts Institute of Technology  (EUA), essa moradia inteligente é uma obra viva: capaz de gerar mais energia do que consome, além de produzir alimentos em horta própria e contar com um maquinário de última geração que permite aos moradores criarem seus próprios móveis e objetos.



"Se no século XX dizia-se que 'a forma seguia a função', no século XXI 'a forma segue segue a energía'. A casa não é mais uma máquina, mas sim um organismo habitável", definem. O sistema de controle permite avaliar em tempo real seu comportamento detalhado e sua interação com o entorno, criando perfis e compartilhando-os socialmente.

A Fab Lab House foi desenhada para ser habitada por uma família de quatro pessoas e estima-se que, quando colocada à venda, custe 199 mil euros.

Fontes: ZH e Fab Lab

Stella McCartney lança t-shirt eco repleta de referências familiares

01:15 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Quem estiver passeando por Londres e não conseguir resistir às tentações terá a oportunidade de escolher uma opção mais light no cardápio fashion apresentado por uma das mecas do consumo mundial.

A eco-friendly designer Stella McCartney lança uma nova camiseta, produzida em jersey de algodão orgânico. O lançamento doará parte das vendas para a campanha Meat Free Monday (segundas-feiras sem carne) que tem por objetivo nos alertar sobre o impacto do consumo e produção de carne animal no futuro do planeta, apoiada inclusive por Sir Paul (o pai Beatle).

Chamados Lucky in Daisies, os tops possuem a estampa de uma fotografia do portfólio de Linda McCartney, sua mãe, a prestigiada fotógrafa norte-americana que morreu em 1998.

Fonte: Modalogia

Nova geração de lavadoras de roupa rápidas, sem uso de água nem detergente

00:30 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

Mesmo que seu guarda-roupas seja ecológico, sempre surge aquela dúvida na hora da manutenção: quanto de água é consumido, se o sabão é biodegradável, entre outros cuidados com o impacto da limpeza das peças. Uma nova geração de lavadoras pode ajudar no trabalho sujo com consciência limpa.

Em 5 de julho de 2010 foi realizada a penúltima etapa do concurso Electrolux Design Lab 2010. Dessa vez, o desafio estava focado em inventar soluções criativas para moradias compactas. A etapa final será realizada em setembro e contará com 8 finalistas.

Entre eles está o Clean Closet do desginer Michael Edenius (foto acima). O design e a tecnologia avançada do Clean Closet permitem que ele analise as roupas que estão em seus compartimentos e descubra o tipo de sujeira que está impregnada nelas. A limpeza é feita com tecnologia molecular, que remove cheiros e odores e a roupa fica armazenada ali mesmo. É um dispositivo substituindo, sozinho, as máquinas de lavar e os armários.

Se você mora em um apartamento pequeno, nem sempre tem um local apropriado para estender a roupa lavada. Se é pouco ensolarado, ela pode levar dias para secar; se você esqueceu de comprar sabão em pó, desista, elas não vão ficar limpas apenas com água. Isso sem contar o tempo perdido com o processo e outros contratempos possíveis, como falta de espaço para uma lavadora.

Se a lavadora desenhada como conceito por Jeffrey Leung fosse real, isso tudo seria bem mais simples. A “Light Launder” seria uma máquina de lavar de alta velocidade, pequena e com formato de tubo. Outra grande novidade é que ela não utiliza água ou sabão para limpar a roupa.


Devido ao tamanho pequeno e por não utilizar água, a Light Launder poderia ser utilizada em qualquer cômodo da casa. Para iniciar o processo de limpeza, primeiro o usuário colocaria a porção da roupa com a etiqueta especial de identificação no interior do tubo, para o reconhecimento do tecido por meio do escaneamento efetuado pelo infravermelho da máquina.

Em seguida, uma luz na lateral da lavadora indica o momento no qual você deveria descer a peça de roupa de forma que a maior parte esteja dentro do tubo da máquina. Você pode fazê-lo mesmo com a roupa pendurada em um cabide, segurando uma ponta (ela não pode ficar solta dentro do aparelho).

Em seguida, um filtro de dióxido de titânio produz hidróxidos livre, que são os catalisadores do processo para eliminação de odores orgânicos, gases químicos, poluentes e bactérias presentes no tecido. Como auxílio, o ar é canalizado por toda a máquina e, em alta velocidade, exerce uma grade pressão sobre a peça de roupa presente no interior da lavadora.

Quando o processo é concretizado, uma luz indica que o usuário pode retirar a peça. A sujeira é removida da roupa por sucção e disposta em uma área específica do aparelho, para facilitar a eliminação do resíduo.

Simples assim e a melhor parte: o processo inteiro demora uma média de 20 a 30 segundos por peça. Imagine suas roupas completamente limpas em tão pouco tempo e prontas para ir diretamente para o armário. E ainda por cima fazendo sua parte com o meio ambiente e evitando o gasto gigantesco de água que é envolvido no processo de lavar roupas.

Sem sujeira, precisar comprar sabão, demora ou necessitar de espaço, já faria muitos encararem o processo de outra forma.


Fontes: Baixaki e The Design Blog

Extreme Origami: vestido de noive feito com mil grows de jornal reciclado

terça-feira, 20 de julho de 2010 02:53 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

Mil origamis em formato de tsuru (ou grou, um pássaro oriental) feitos com jornal reciclado. Esse pode parecer um material, no mínimo, exótico para um vestido de noiva, mas foi o escolhido pela estilista Yuliya Kyrpo para criar a peça acima.


O vestido foi feito a partir de pedaços dos jornais diários distribuídos no metrô de Londres. Dobrados no formato do clássico origami japonês (uma representação do pássaro grou, que simboliza sorte), os mil papéis foram colados um a um até finalizar a roupa.

Tanta criatividade rendeu à obra um lugar no Trash Fashion Show, exibição do Museu de Ciências de Londres que vai apresentar tendências e idéias inovadoras para reduzir a quantidade de lixo causada pela indústria da moda.


Além de mostrar que é possível dar nova serventia para materiais descartáveis como jornais (apenas de não ser um dos vestidos mais comerciais que já vimos por aqui), a obra é uma homenagem a Sadako Sasaki, vítima de Hiroshima que morreu de leucemia aos 12 anos, no Japão, e virou símbolo da paz.

A jovem tinha dois anos quando a bomba explodiu a apenas 2 km de sua casa. Porém, só com 11 anos Sadako apresentou os primeiros sintomas da doença. Já internada no hospital, a garota recebeu a visita de uma amiga, que lhe contou a lenda do tsuru. Segundo o mito, a pessoa que conseguisse fazer 1.000 dos origamis, teria um pedido realizado.


Assim, Sadako passou o resto dos seus dias dobrando os pássaros e pedindo que fosse curada. Ela morreu um ano após sua internação, depois de dobrar 644 grous. Após sua morte, seus amigos completaram os 1.000 origamis e um monumento foi erguido em sua homenagem, como um símbolo de todas as crianças que morreram no ataque a Hiroshima e que pediam por paz.


Fonte: EcoDesenvolvimento

Uniformes britânicos dos Jogos Olímpicos de 2012 assinados por Stella McCartney

02:37 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Stella McCartney , certamente a estilista eco-friendly mais famosa, foi escolhida para desenhar o uniforme da equipe olímpica da Grã-Bretanha e os equipamentos para os Jogos Paraolímpicos de 2012. O que é uma grande honra para qualquer designer, com equipes vestindo suas roupas nas espetaculares cerimônias de abertura e continuando a usá-las ao longo dos eventos.

Muitas equipes já usavam camisetas feitas de garrafas plásticas recicladas na Copa do Mundo desse ano (incluindo a do Brasil), mas Stella ainda não se manifestou sobre o material que pretende usar. Ela é responsável por coleções da Adidas já faz um tempo, inserindo fibras naturais como cânhamo e bambu em  roupas e calçados.

É a primeira vez no Reino Unido que uma designer-celebridade foi escolhida para trabalhar em nível olímpico. "Como um designer de moda britânica, é uma surpresa, uma vez na vida, uma oportunidade para ser diretora criativa da equipe britânica como a nação anfitriã dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 ", observou.

Não é um trabalho fácil. As roupas têm que ser tecnicamente perfeito, ao molde do corpo do atleta e reflectir as necessidades de seu esporte em particular. Como ela observa: "Os desafios são muitos, sem dúvida. Quero dizer que você está trabalhando com atletas. A principal coisa que quero é corresponder para que sua performance seja a melhor. Então, quero fazer o melhor possível. E para isso eu estou, obviamente, trabalhando com tecidos tecnológicos incríveiss, lidando com silhuetas que eu não faria normalmente. "

Eles também terão uma grande visibilidade, porque todo mundo estará assistindo. Stella também criará o traje casual para uso na Vila Olímpica.

Fonte: Tree Hugger

Nova edição do Curso Princípios do Vestir Consciente no Instituto Ecotece

02:08 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários


O Instituto Ecotece, de São Paulo,lança nova edição do curso Princípios do Vestir Consciente. Com 12h de duração, terá como tutora Ana Cadida Zanesco, pioneira nesse mercado, Fundadora e presidente do Instituto Ecotece e Assessora do concurso de moda sócio-ambiental Eco Fashion Brasil .

"O curso mostra como é possível construir o belo essencial à moda, considerando a sustentabilidade, essencial à manutenção da vida, a partir de uma visão sistêmica da cadeia produtiva do vestuário, dos princípios de avaliação do ciclo de vida do produto e das reflexões sobre as conexões entre a moda, o vestir e a consciência",explica.

A próxima turma será de 09 a 12 de Agosto, das 19h às 22h. As aulas acontecem no The Hub, escritório hype na capital paulista e QG das empresas que apostam no conceito eco-sustentável. Mais informações e inscrições aqui.

Billabong lança nova bermuda de pet reciclado

Ano passado a Billabong lançou uma bermuda em parceria com a Água Mineral Schin que era feita com garrafa PET. Agora chega as lojas um novo modelo: mais short e com estilo retrô. Cada peça evita o descarte de 6 garrafas.

O garoto propaganda é Yan Daberkow, surfista catarinense de 15 anos que é uma das principais apostas do surfe mundial. Até a etiqueta explicativa dentro da peça é de sarja reciclada. A Billabong Recycler Series Água Schin vai custar R$ 199,90 (um pouco salgado o preço, mas dentro da faixa de quem curte boas ondas) e estará disponível após o lançamento para convidados, dia 20/07.
Billabong
r. Oscar Freire, 909, Jardins, SP
Informações: (11) 3081-2798


Fonte: Lilian Pacce

Bio-couture: roupa sem tecido

sábado, 17 de julho de 2010 01:11 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
 
Consegue imaginar uma roupa sem tecido? Pois a pesquisadora britânica Suzanne Lee da badalada School of Fashion & Textiles no Central Saint Martin, em Londres, conseguiu essa proeza.

A receita parecia mais um preparado de Halloween: banheiras, fermento, uma pitada de bactérias e bastante chá verde adocicado para “crescer” o tecido. Desse caldo saiu o Bio-Couture, projeto que Lee chefia, conduz experiências para criar tecidos usando micróbios fermentam no café.

A partir desta sopa microbiana, as fibras começam a brotar e se propagar, o que resultou em folhas finas, que quando molhadas com essa celulose bacteriana podem ser moldadas em forma de vestido. Conforme as folhas secam, as bordas sobrepostas tornam-se emendas fundidas. Quando toda a umidade evapora, as fibras desenvolvem uma superfície uniforme, como o papiro, que podem ser branqueadas ou coradas com corantes de frutas e vegetais, tais como açafrão, índigo e beterraba.

A blusa de gola plissada (na foto acima) é a mais recente criação da coleção maluca de biofilmes de vestir de Lee, que pode rapidamente ser compostados quando eles se desgastam. Está actualmente em exposição no London’s Science Museum, onde faz parte de uma nova exposição, "Trash Fashion: Designing Out Waste". Confira mais imagens aqui.

Fonte: Ecouterre

Portable Light Project: bolsas solares

sexta-feira, 16 de julho de 2010 02:40 by Fernanda Vasconcelos Torres 2 comentários

De 5 a 15 de julho rolou um leilão de bolsas do Portable Light Project. "Em setembro passado nos deparamos com uma invenção incrivelmente cool: uma bolsa carteiro equipada com um pequeno painel solar flexível, luz HBLED, uma bateria recarregável e uma porta USB", contava o site da Elle.

Tratava-se de uma criação da arquiteta Sheila Kennedy, que dirige o Portable Light Project, uma iniciativa sem fins lucrativos que fornece kits de energia solar têxtil para capacitar as pessoas mais pobres do mundo que não têm acesso à eletricidade. Kennedy equipe trabalha com organizações não-governamentais, oferecendo treinamento às mulheres para que eles possam integrar a tecnologia em materiais têxteis locais usando materiais comuns e suas habilidades de costura e tecelagem.

Os resultados são surpreendentes: a gama diversificada culturalmente de mantas, bolsas e roupas que geram energia limpa, sustentável e luz, apoiando as economias locais. "Na compra destas bolsas você não só possui  item único de designer de fazer inveja a fashionistas e tech-geeks quanto beneficiar instituições de caridade e organizações não-governamentais que trabalham com mulheres e crianças no Haiti, México e América Central, Índia e África", explicava o convite aos compradores. Entre os estilistas que assinaram os modelos estão Diane Von Furstenberg e Tommy Hilfiger. Gostou da ideia? Confira outros modelos aqui.

EcoChoice: online store ecológica

quinta-feira, 15 de julho de 2010 22:49 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Gostou da gola solta da foto? É 100% algodão orgânico. Toda matéria-prima utilizada neste produto é de origem orgânica, livre de pesticidas e componentes tóxicos.

O tingimento é feito com extratos vegetais e pigmentos naturais (em quatro opções de cores trendy).

Para quem adora uma novidade no guarda-roupa e não encontra opções ecológicas, a EcoChoice é uma alternativa.

A multimarcas (das etiquetas Maria Buzina, Tuitá, Econtexto, Raiz da Terra e JoyFul) trabalha com roupas, acessórios, biojóias, artigos para decoração e presentes para homens e mulheres em sua online store. Todas as peças trazem especificações de materiais e processos de produção.

Silvia Ferrer: moda e poesia verde

22:06 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

Mistura fibras e cores, Aproveita o não aproveitado,
Onde tudo é permitido,
Tornando útil o inútil,
Se unindo para aquecer,
Envolve e enfeita.

A poesia acima é a apresentação da coleção Multimix, da baiana Silvia Ferrer. Radicada em Goiás, a estilista e ambientalista cria peças coloridas reciclando materiais e abusando do lirismo lúdico da criatividade.

Da necessidade ela extraiu o conhecimento de transformar o que seria descartado em algo novo. "Venho de uma família simples, sou a terceira de cinco filhos. Sempre herdava as roupas das minhas irmãs mais velhas, minha mãe comprava o mesmo tecido e fazia roupas para todos. Comecei desde menina. Com 12 anos já fazia minhas próprias roupas, a máquina era de pedalar, minha mãe cortava e eu costurava. Deixava de lanchar na escola, juntava o dinheiro para comprar tecidos, quando não dava pegava roupas usadas, as desmontava, lavava, passava e fazia outra, e quando começava a puir cerzia, remendava", recorda.

O dom, segundo ela, foi herança da avó. "Nunca vi um fuxico como o dela". Quando chegaram as lojas de departamento, dava seu toque pessoal. Com a experiência adquirida, desde 2002 Silvia trabalha com customização, recuperaração de peças manchadas, queimadas a ferro e rasgadas, usando técnicas de bordados, pintura a mão e tingimento.

"Gosto de confeccionar peças versáteis. Aproveito os retalhos, não desperdiço nada. A matéria prima que utilizo nas minhas criações são roupas novas, usadas, danificadas, refugo de costureiras (retalhos, sobra de aviamentos, linhas, e outros), bijuterias antigas, peças de metal, peças de madeira, massa de biscuit, cacos de cerâmica, lacre de latinha, cerâmica mineral, tingimentos com chá, tinta acrílica, plástica, técnicas de douração, e outros materiais que podem ter utilidade em minhas criações", explica.

Sua fonte de inspiração é o desafio de tornar útil o inútil. Mas por que escolher a moda para comunicar seu carinho pela natureza? "Porque é a embalagem, a casca, a proteção, a máscara, o disfarce, o invólucro, o esconderijo, a fantasia, a poesia, o romance, a imagem, o desafio e a atitude de ser". Silvia Ferrer faz acessórios e versos que encantam e enfeitam.

New Dress a Day: Uma roupa nova por dia com US$ 1

terça-feira, 6 de julho de 2010 19:25 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Criado pela norte-americana Marisa, o blog New Dress a Day mostra o dia a dia de sua fundadora, que decidiu usar, durante um ano, apenas peças repaginadas que ela garimpou em brechós e bazares. A ideia pode ser resumida em: 365 dias para criar, 365 peças novas e, preparem-se, US$ 365 para gastar. Isto quer dizer que ela deve desenvolver uma roupa nova por dia gastando, no máximo, US$ 1 em cada uma delas.

Marisa compra peças antigas (e grandes, em alguns casos), e transforma em roupas novas e sob medida para ela – o que exige uma máquina de costura e certa habilidade, vale dizer. O legal é que, além de fotografar o antes e depois dos looks, ela mostra o processo de costumização no blog.

Fonte: Criativa